Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Tem como único objetivo defender a inocência de Michael Jackson.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

ANÁLISE DE CHARLES THOMSON SOBRE O SUICÍDIO DE EVAN CHANDLER

Este texto foi publicado em 19/11/2009  e trata do MESMO PAPEL VERGONHOSO DA MÍDIA ao se reportar a Michael Jackson. 
TODOS os textos de Charles Thomnson são de leitura e divulgação obrigatória aos fãs de Michael.

O SUICÍDIO DE CHANDLER
“O pai do menino que acusou Jackson de abuso sexual infantil”.  Errado. Chandler foi o pai que acusou Jackson de molestar seu filho.
As acusações iniciais contra Jackson não foram feitas por Jordan Chandler, mas por seu pai Evan, apesar da insistência de Jordan de que Jackson nunca tinha o tocado de forma inadequada, uma postura que o rapaz manteve por vários meses.
As relações entre o pai do menino e Jackson tinham azedado no início de 93, quando Evan pediu ao popstar para construir uma casa para ele, e Jackson recusou educadamente.
Um roteirista fracassado, Chandler contatou Jackson pouco depois e lhe pediu para negociar três ofertas de roteiro em seu nome. Se Jackson não cumprisse, disse ele, o acusaria de abusar sexualmente de seu filho. Jackson não cumpriu, e o resto é história.
Sem surpresa, nenhuma dessas informações fez o seu caminho em reportagem da mídia sobre a morte de Evan Chandler. Em vez disso, o suicídio de Chandler é visto como mais uma oportunidade de jogar lama em Michael Jackson e perpetuar os mesmos mitos antigos sobre as alegações de 1993 – particularmente no que diz respeito ao acordo.
Os noticiários em todo o mundo estão reportando uma vez mais que, em 1994, Jackson pagou aos Chandlers por um acordo. Isso é total ficção.
Os documentos judiciais da época dizem claramente que a seguradora de Jackson “negociou e pagou o acordo sob os protestos do Sr Jackson e seus assessores jurídicos pessoais”. Jackson nem sequer concordou com a resolução, quanto mais pagou.
Entre as publicações que reciclaram esse velho absurdo está o The Sun, para quem eu dei muitas vezes contribuição como um especialista em Michael Jackson. Fui contactado ontem e pediram para fornecer informações sobre Evan Chandler e as alegações de 1993, o que fiz. No entanto, nenhuma de minhas informações foi utilizada, muito provavelmente porque refletem muito bem Jackson.
Mitos que implicam na culpa de Jackson são, evidentemente, mais importantes – e mais rentáveis – do que as verdades que o exoneram.
Notando que o artigo do The Sun sobre o suicídio de Chandler continha várias imprecisões factuais (mais proiminente que Jordan iniciou as alegações de abuso sexual e que Jackson pagou à família uma liquidação) entrei em contato com dois membros do pessoal do jornal – o meu contato habitual e o jornalista que escreveu o artigo. Nenhum e-mail foi respondido e o artigo não foi alterado.
Em outro lugar, o The Mirror, teve um rank muito mais alto na escala de absurdos na tentativa de retratar Chandler como algum tipo de mártir. “O pai Evan Chandler do caso sexual de Michael Jackson queria justiça, mas acabou destruído”, dizia a manchete.
Justiça?
Se Evan Chandler queria justiça, por que ele fez contato com Jackson para pedir um contrato com três roteiros de filme antes de ir à polícia? ** Se ele queria justiça, por que ele aceitou uma resolução com a seguradora de Jackson? **
Na verdade, o acordo inclui uma cláusula afirmando que Evan aceitava o pagamento em vez de um julgamento civil, mas isso não afetaria a capacidade da família em testemunhar em um processo criminal Portanto, se Evan Chandler queria justiça, por que ele não permitiu que a polícia avançasse com a sua investigação?
O título, juntamente com grande parte do artigo, é um disparate.
Tendo tomado da seguradora de Jackson quantia inferior a US $ 15 milhões (e não os US $ 20 milhões ditos pela imprensa), em 1996 Evan Chandler tentou processar Jackson por mais US $ 60 milhões, após afirmar que o disco HIStory da estrela foi uma violação da cláusula de confidencialidade do acordo. Além de tentar processar Jackson, Chandler solicitou que o tribunal lhe permitisse produzir um disco de resposta chamado “EVANstory”.
É isso mesmo.
Então, o homem que o The Mirror afirma que apenas tinha “pensamento de justiça” queria lançar um álbum de música sobre o suposto abuso de seu filho pré-adolescente.
O The Mirror aludiu ao fato das relações entre Jordan e os seus pais terem sido tensas a partir de 1993, mas colocou a culpa em Jackson, alegando que o trauma do caso os tinha separado.
Na realidade, Jordan Chandler foi ao tribunal quando ele tinha 16 anos e ganhou a emancipação jurídica de ambos os pais. Quando chamado para aparecer no julgamento de Jackson de 2005, ele se recusou a testemunhar contra seu ex-amigo. Se ele tivesse ido, a equipe jurídica de Jackson teria um número de testemunhas que estavam dispostas a testemunhar que Jordan – que hoje mora em Long Island sob um nome falso – havia dito a eles nos últimos anos que ele odiava seus pais pelo que o fizeram dizer em 1993 e que Michael Jackson nunca o havia tocado.
A evidência em torno das alegações de 1993 apoia completamente a inocência de Michael Jackson. É por essa razão que, durante a longa investigação, que continuou por muitos meses antes da seguradora de Jackson ter negociado um acordo, Michael Jackson nunca fora preso e ele nunca foi acusado de qualquer crime.
A evidência sugere esmagadoramente que Evan Chandler planejou as alegações como um esquema para ganhar dinheiro, acreditando que iria ajudá-lo a alcançar seu sonho de trabalhar em Hollywood. Uma fita gravada com conversas telefônicas onde se ouve ele dizer que o bem-estar do menino é “irrelevante” e afirma que ele queria tomar de Jackson tudo o que ele merecia.
A evidência de Mary Fischer mostra que, assim como a falsificação de abuso sexual de seu próprio filho em uma trama de extorsão elaborada, quando Jordan se recusou a jogar junto com Evan este o drogou com substâncias que alteram a mente em uma tentativa de enganá-lo a acreditar que ele foi molestado.
 Mas mesmo drogar uma criança como parte de um lote de extorsão não foi o plano mais baixo de Evan Chandler. Este veio quando ele pediu ao tribunal para lhe permitir lançar um álbum de música sobre o suposto abuso sexual de seu próprio filho.
Se Evan Chandler queria justiça, ele conseguiu há duas semanas: 17/11/2009.
Qunato à mídia, este último incidente cimenta mais uma vez a relutância quase total da indústria em relatar com precisão a honestidade sobre Michael Jackson, em particular sobre as falsas acusações de abuso sexual que foram feitas contra ele.
Nenhuma das informações acima e as provas foram incluídas em qualquer artigo sobre o suicídio de Chandler que li até agora, apesar do fato de eu, pessoalmente, tê-las entregue a pelo menos um jornal que já tinha me contratado em outras oportunidades como um perito de Jackson para outras histórias.
Fatos de justificação são negligenciados em favor de mitos eróticos. Um negro humanitário é taxado como umpedófilo e seu chantagista branco é pintado como um mártir.
Quanto a Jordan Chandler, talvez com o seu pai desaparecido, ele encontre a coragem para fazer a coisa honesta. Talvez ele virá à tona em algum lugar e dirá ao mundo o que ele está dizendo a seus amigos por mais de uma década – que Michael Jackson nunca colocou um dedo sobre ele. Até então, eu suspeito que ele vá viver com o mesmo tormento que parece finalmente ter atingido seu pai, desconfiadamente logo após a morte da maior vítima de tudo isso: Michael Jackson.

COMPLEMENTO COM UM PEQUENO ESBOÇO DO CASO

O valor OFICIAL do Acordo de Extorquialidade ( OPS! Ah, é Acordo de Confidencialidade!) , foi de 15.331,250 milhões de dólares.  Cópia do "acordo", veja  AQUI.

Chandler queria quatro roteiros de filmes a 5 milhões de dólares cada um, o que totalizara os 20 milhões de dólares que foram pedidos na chantagem.

Evan Chander faleceu em 05/11/2009, mas o fato só se tornou conhecido 12 dias depois, obviamente para prepararem a defesa do "mártir branco" e culpar Michael Jackson pelo suicídio. Não mantiveram o sigilo do fato porque, caso fosse descoberto depois, seria mais um atestado da culpabilidade e responsabilidade de Chandler, o que significaria ter que dizer MICHAEL JACKSON INOCENTE.

O fato de Charles Thomson ter trabalhado para o The Sun não significa que ele seja um jornalista desonesto e/ou incoerente, mas sim, que ele, dentro de sua honestidade pessoal e profissional procurou trazer alguma luz a esse submundo chamado tablóide. Nada mudou, mas ele fez a parte dele.

Evan Chandler nunca foi à polícia, mas sim ao psiquiatra, uma terceira pessoa, conforme fora instruído por seu "advogado" desde o início do plano, para não incorrer nele a responsabilidade da acusação que queria fazer. Assim, não existe um único depoimento dele e do filho na polícia.
Sua demanda sempre foi através do processo civil para manter a chantagem e pressionar Michael a pagar o que ele queria. A investigação policial só foi iniciada e de forma paralela porque o psiquiatra era obrigado a relatar o caso ao Serviço Social e porque promotores, polícia, ajudados pelo FBI, e imprensa  - cada um com suas motivações e objetivos - queriam caçar outras "vítimas" para incriminar, prender e destruir Michael, uma vez que a única motivação Chandler era dinheiro e eles não iriam colaborar em uma investigação criminal.

Jordan Chandler pediu emancipação dos pais para, assim, ter acesso ao dinheiro. Continuou vivendo com o pai, só se afastou definitivamente após o julgamento de Michael em 2005, quando foi atacado fisicamente pelo pai e pediu ordem de restrição na justiça.

Resumindo, o caso Chandler nunca foi um processo criminal, mas sim uma chantagem arquitetada e sustentada por um processo civil pedindo dinheiro e tentando extorquir e destruir Michael.

A seguradora  assumiu o comando das negociações porque este era o papel dela nas cláusulas do contrato com Michael. Ao invés de Michael - cliente da seguradora - continuar a ser chantageado, eles tomaram a frente no caso e negociaram a resolução, baseando-se no rumo que a situação estava tomando. Nos EUA, este é um procedimento comum das empresas seguradoras. Por isso, pelas moções (processos) de extorsão contra Chandler e advogados impetrados por Michael não estarem sendo investigados e pelos direitos constitucionais de Michael não estarem sendo respeitados, pela cobertura suja da mídia e o que implicaria um processo civil para Michael, o acordo foi pago. Nada estava funcionando para Michael. Mediante as circunstâncias, foi a melhor das piores soluções. O CIRCO que se formou em torno do caso, obrigou esta resolução  e Michael só ficou com o rótulo de pedófilo porque a imprensa e os demais envolvidos no caso trabalharam para que isso acontecesse.


Fonte:

http://charlesthomsonjournalist.blogspot.com.br/2009/11/evan-chandler-suicide-higlights-media.html

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