Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Tem como único objetivo defender a inocência de Michael Jackson.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

MICHAEL JACKSON: A ANTÍTESE DA REALIDADE DA GUERRA

Semana passada - em 13/06 -  fez exatamente SEIS ANOS, que Michael foi absolvido daquelas horríveis acusações, um pesadelo que não terminou com o veredito de INOCENTE.  A conspiração da qual ele foi vítima - FATO!NÃO TEM PRECEDENTES  na história, tal é a forma com que foram desencadeados os fatos, bem como a quantidade de pessoas envolvidas.
O caso de Michael teve mais repercussão que os casos O.J. Simpson e Scott Peterson juntos, só para citar o caso de 2005.
Michael foi tratado como um serial killer e seu julgamento foi considerado por seu principal advogado como uma questão de pena de morte.
Sim, Thomas Mesereau trabalhou no caso considerando que se Michael recebesse uma condenação, seria uma pena de morte. Ele temia pela vida de Michael e, assim como outras pessoas que acompanharam e sofreram com o julgamento - Jermaine, por exemplo -  consideravam que se Michael fosse preso, ele morreria.
Há imagens da mídia filmando a prisão em que ele seria levado caso fosse condenado.
Enquanto Michael sofria no tribunal, a Guerra do Iraque corria solta e seu caso foi uma das grandes oportunidades que a imprensa teve para desviar o foco do público da guerra em curso. A guerra do Iraque teve início em 20 de março de 2003, pouco depois do documentário de Martin Bashir, que levou Michael a ser acusado.

 RETRATOS DA GUERRA DO IRAQUE



O que é melhor? Falar de um assunto indigesto como  guerra, em que você precisa, necessariamente, expor opiniões, críticas, defender posições em relação a governos, ou "distrair" a opinião pública e ainda lucrar com escândalo envolvendo celebridades, ainda mais se a celebridade em questão é o homem mais famoso do planeta e o ALVO FAVORITO da mídia?
É mais do que um prato cheio, é um verdadeiro banquete.
Além do prazer de vê-lo em sofrimento, com tudo o que envolve a exposição de uma pessoa sendo acusada por motivos que mexem tanto com a opinião pública - haja vista os detalhes que eles fizeram questão de colocar  em pauta, na escancarada e escandalosa tentativa de humilhá-lo e colocá-lo na posição mais vulnerável possível -  a acusação de pedofilia era a possibilidade real de vê-lo condenado e preso.
A conspiração da mídia  teve início em 1986, com um dos jornalistas que o perseguiram se infiltrando em uma sociedade secreta, começando o que chamou de investigações sobre Michael Jackson.
Mas, voltando ao período do julgamento, vocês lembram desta foto?


Durante o julgamento, em 2004, nas visitas que fez ao Capitólio,  Michael propôs reunir-se com parlamentares membros do Congressional Black Caucus - que inclusive faz parte do legado humanitário de Michael -  não com o objetivo de fazer política, mas sim tratar de diretrizes para a  luta contra a AIDS na África.
Michael poderia estar se preocupando somente com ele mesmo durante um julgamento em que sua VIDA, seu FUTURO estavam em jogo.
Ou ele poderia pensar que já havia feito tudo o que estava ao seu alcance pela África e estar se preocupando somente com seus filhos, que na época, tinham 7, 6 e 2 anos, respectivamente.
Michael ainda sofreu com a ameaça de "experts" que queriam tirar os filhos dele durante as acusações.
Nas reuniões das quais participou no Capitólio, Michael foi acolhido por alguns parlamentares, dentre eles, os deputados Chaka Fattah e Bobby Rush que declarou:

"Nunca houve uma reunião no Congresso como este encontro particular. Este homem, Michael Jackson, vai liderar o esforço global para se certificar de que nós fornecemos todos os nossos recursos, toda a nossa atenção a eliminar e lidar com este flagelo chamado AIDS."

Mas, quando a equipe de Michael solicitou que a reunião se estendesse aos demais membros do Congresso, a resposta foi um NÃO. Por que?
Porque ele estava sendo acusado de pedofilia. Assim, a reunião foi inviabilizada porque muitos membros não queriam tirar fotos ao lado dele.
Durante o encontro com Fattah, Michael fez um pronunciamento e disse:

"Eu sei que muitos de vocês vão continuar a aumentar a consciência e continuaremos a luta por financiamentos na África. Quero que você saiba que eu farei o que puder para ajudá-lo nessa luta."

Dentro da continuidade desses esforços, Michael queria realizar shows na África para angariar fundos.
Após a reunião, Fattah disse que Michael parecia estar feliz e elogiou os esforços feitos por ele na luta contra a AIDS.

"Ficamos felizes em ter a chance de passar alguns breves momentos para falar com uma das principais  celebridades do mundo que usou seu status de celebridade para ajudar outras pessoas, particularmente  os milhões de pessoas no continente da África, que estão sofrendo com a doença mais devastadora conhecida pela humanidade ", disse Fattah.
Como não podia deixar de ser, Fattah foi perguntado sobre as acusações que Michael estava sofrendo, e respondeu que ele era inocente até que se provasse o contrário:

"Até que seja provado que alguém tenha feito algo errado, evitá-los ou agir como se eles não merecessem serem ouvidos, seria um insulto às nosas responsabilidades aqui como representantes deste país, que é uma nação de leis", disse ele.

E ainda complementou:

"Nós não podemos realizar o nosso trabalho aqui, na base de rumores e insinuações, nem com base em alegações não comprovadas."

Dias antes da reunião, já havia críticas sobre o encontro de Michael com congressistas, com um deles comentando que aquilo era uma distração para a mídia, bem como para o que chamou de progresso que estava sendo feito em questões que são importantes para o povo americano: economia e emprego. Como se a AIDS também não fosse um assunto de interesse de americanos.

Jesse Jackson disse que já haviam sido realizadas dezenas de conferências de imprensa sobre o assunto.

"Reunimo-nos com nossos colegas e não temos visto nenhuma mudança nos números de fundos que podem resolver o flagelo da AIDS no continente da África."

Acrescentou que o presidente Bush havia falhado em sua promessa de US$ 15 bilhões para combater a disseminação da doença.
Nenhuma novidade, em se tratando de George W. Bush.
Foi esse o cenário que Michael, UM HOMEM À FRENTE DE SEU TEMPO, encontrou no Capitólio.

Em 2005, a justiça foi feita a Michael no tribunal de forma unânime, mas fora dele, a guerra do Iraque continuava seus desdobramentos, e deveria ser o real motivo de indignação da mídia e da população americana.
Ao invés disso, a condenação a Michael continuou implacável e ele, sendo massacrado pela mídia dos principais países responsáveis pela guerra do Iraque - Estados Unidos e Inglaterra - não encontrou outro caminho a não ser sair do país.
Michael havia se tornado um cidadão sem pátria. Ele, um humanitário, um embaixador para o mundo, homem que deveria ser motivo de orgulho para seu país em primeiro lugar, foi tratado da forma mais covarde e cruel que se pode tratar uma pessoa em pleno século XXI, com tanto acesso à informação que é possível ter a ponto das pessoas não precisarem mais ser conduzidas através de uma lavagem cerebral, manipulação, conspiração.
Michael escreveu:


If I sail to Acapulco or Cancun Mexico
There the law is waiting for me
and God knows that I'm innocent

If they wont take me in Cairo
Then Lord where will I go
I’ll die a man without a country
               and only God knew I was innocent now           

TRADUÇÃO
Se eu navego para Acapulco México ou Cancun
Ali a lei está esperando por mim
E Deus sabe que eu sou inocente

Se eles não me levam no Cairo
Então Senhor, onde eu irei?
Eu vou morrer um homem sem um país
E somente Deus sabe que eu sou inocente agora


A conspiração continuou e Michael Jackson precisou sair do lugar que amava e que havia escolhido para viver o resto de sua vida - Neverland - para viver como nômade. Seus três filhos, que  já haviam sido envolvidos pela conspiração da mídia e, por extensão, foram envolvidos pela família Arvizo durante os depoimentos do tribunal,  também tiveram que ser submetidos a serem crianças sem país, terem uma infância sem uma casa que realmente pertencia a eles, sem a convivência de familiares como avós, tios e primos.
A postura cruel, amoral, leviana e irresponsável da maior parte da mídia americana e britânica, minaram a chance de Michael poder continuar vivendo em seu próprio país.
A contaminação de uma mídia perversa e inescrupulosa fez com que o índice de rejeição a Michael fosse devastador.
Enquanto o linxamento a Michael continuava, o verdadeiro ABUSO e real VIOLÊNCIA era praticada contra CRIANÇAS E ADULTOS,  tudo em nome do alegado combate ao terrorismo. Tudo jogado embaixo do tapete por essa mesma mídia que só sabe se ocupar com a vida de celebridades e alimentar falsas acusações.
O texto abaixo é de abril de 2008 e representa um dos últimos legados da era Bush.

AUMENTA AJUDA A PAÍSES QUE RECRUTAM CRIANÇAS-SOLDADOS

ESTADOS UNIDOS  prevê a ASSISTÊNCIA MILITAR a SEIS PAÍSES para o seu próprio Departamento de Estado (Ministério das Relações Exteriores) informou em seu último relatório sobre direitos humanos no mundo, O USO DE CRIANÇAS NAS FORÇAS ARMADAS.
Esses países são o Afeganistão, Chade, República Democrática do Congo, Sri Lanka, Sudão e Uganda.
Uma investigação feita pelo Centro de Defesa de Informação (CDI, sigla em Inglês), sediada em Washington, disse que embora as crianças são muitas vezes RECRUTADAS À FORÇA por grupos insurgentes, há casos em que são CONTRATADAS DIRETAMENTE PELOS GOVERNOS OU PARAMILITARES COM APOIO ESTATAL.
No Chade, diz o estudo, as forças de segurança USAM CRIANÇAS EM SUAS FORÇAS E IMPÕE O TRABALHO FORÇADO A CRIANÇAS E ADULTOS. Outros grupos armados TAMBÉM RECORREM A ESTA PRÁTICA.
Segundo a IDC, a República Democrática do Congo, unidades do governo militar e os grupos armados CONTINUAM A RECRUTAR CRIANÇAS. Ele também observa que AS AUTORIDADES NÃO TOMAM NENHUMA AÇÃO CONTRA OS COMANDANTES QUE AS EMPREGAM  e que os acordos para desmobilizar as milícias não são cumpridas.
No Sudão, segundo o relatório, "HOUVE DIVERSOS ABUSOS SÉRIOS, QUE INCLUÍA O RECRUTAMENTO FORÇADO DE CRIANÇAS E O RECRUTAMENTO DE CRIANÇAS-SOLDADOS."
O problema é particularmente grave na conturbada província ocidental de Darfur. Embora os grupos insurgentes são  os que mais empregam crianças, a Comissão diz que há evidências confiáveis sobre a sua utilização por parte do governo e milícias que têm seu apoio.
Os relatórios do CDI e o Departamento de Estado são conhecidos quando o presidente dos EUA, GEORGE W. BUSH ESTÁ INCREMENTANDO FORTEMENTE A AJUDA MILITAR COMO  RECOMPENSA PARA OS PAÍSES QUE COOPERAM EM SUA "GUERRA CONTRA O TERRORISMO", APESAR DA INSTABILIDADE POLÍTICA NESSES PAÍSES E AS CRÍTICAS DE ORGANIZAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS.
O CDI fez  referência para as CRESCENTES  VENDAS DE ARMAS NOS ÚLTIMOS ANOS PARA 25 NAÇÕES DA ÁFRICA, ÁSIA E ORIENTE MÉDIO. EM METADE DELAS, SEGUNDO O DEPARTAMENTO DE ESTADO, EM 2006, HAVIA SÉRIOS PROBLEMAS EM MATÉRIA DE DIREITOS HUMANOS.
O estudo demonstra que AS VENDAS DE ARMAS DOS EUA, GOVERNO A GOVERNO, A ESSES 25 PAÍSES, PASSOU DE US $ 400 MILHÕES EM 2005 PARA 3.900 MILHÕES DE DÓLARES NO ANO SEGUINTE.  Este valor representa 22 POR CENTO DAS VENDAS MILITARES DOS EUA EM 2007, QUE ASCENDERAM A 18.000 MILHÕES DE DÓLARES.

"OS ESTADOS UNIDOS ESTÃO FORNECENDO AJUDA MILITAR A UM NÍVEL SEM PRECEDENTES PARA OS PAÍSES QUE, SIMULTANEAMENTE , CRITICA A FALTA DE RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS E, EM ALGUNS CASOS, PARA OS SEUS PROCESSOS DEMOCRÁTICOS QUESTIONÁVEIS", disse o IDC.

"EMBORA ESSES PAÍSES SEJAM ATUALMENTE CONSIDERADOS IMPORTANTES PARA OS ESFORÇOS DOS EUA NA "GUERRA CONTRA O TERRORISMO", A SUA INSTABILIDADE POLÍTICA E MILITAR FAZ COM QUE  SUA LEALDADE NO FUTURO SEJA DUVIDOSA." , acrescentou.

O incremento na ajuda militar deveu-se, em parte, ao levantamento das sanções e restrições contra determinados países após os atentados de 11 de setembro de 2001 contra Nova York e Washington.
AS VENDAS DIRETAS DAS EMPRESAS ESTADOUNIDENSES FABRICANTES DE ARMAS, SOB SUPERVISÃO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO, SE LOCALIZARAM ACIMA DOS 3000 MILHÕES DE DÓLARES PARA ESSES PAÍSES ENTRE 2002 E FINAL DE 2006. NOS CINCO ANOS ANTES DOS ATENTADOS TERRORISTAS HAVIAM SIDO DE US$ 72 MILHÕES."
Outro estudo, do Governamental Consórcio de Jornalistas Investigativos  (ICIJ, sigla em Inglês), observou que "A INFLUÊNCIA DOS LOBISTAS ESTRANGEIROS NO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS, ASSIM COMO A ÊNFASE EM OLHAR O COMBATE AO TERRORISMO SOBREPONDO-SE  ÀS PREOCUPAÇÕES EM MATÉRIA DE DIREITOS HUMANOS,  TEM ACARRETADO UM ALTO CUSTO ECONÔMICO E PERDA DE CAPITAL POLÍTICO."

"OS ACORDOS PARA PROMOVER ASSISTÊNCIA MILITAR A GOVERNOS FREQUENTEMENTE BRUTAIS E CORRUPTOS TÊM FEITO RETROCEDER O MOVIMENTO NO SENTIDO DO RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS E O ESTADO DE DIREITO, disse o ICIJ.

Joanne Mariner, diretora do Programa de terrorismo e contraterrorismo da ONG Human Rights Watch, com sede em Nova York, disse  à IPS estar preocupada  "PORQUE A AJUDA MILITAR, EM ALGUNS CASOS, 'CHOVE' SOBRE GOVERNOS REPRESSIVOS."

"ACREDITAMOS QUE DEVERIA HAVER MAIS CUIDADOSAMENTE CONDICIONADAS PARA ASSEGURAR  QUE NÃO SE COMETAM ABUSOS COM FINANCIAMENTO DE WASHINGTON", disse ele.

O estudo ICIJ indica que os países que recebem ajuda militar dos EUA tenham participado no processo de "rendição" (entregas extraordinárias, em Inglês), pelo qual se capturam suspeitos de terrorismo e os transferem ilegalmente a terceiros países, conhecidos por seu emprego da tortura e outras práticas desumanas,  para ser interrogados.
Dados confiáveis indicam que os vôos da CIA (Central Intelligence Agency) dos EUA, em que os prisioneiros foram transferidos, fez pelo menos 76 escalas no Azerbaijão, 72 na Jordânia,  61 no Egito, 52 no Turquemenistão, 46 no Uzbequistão, 40 no Iraque, 40 em Marrocos, 38 no Afeganistão e 14 na Líbia. A MAIORIA DESTES PAÍSES RECEBEM AJUDA MILITAR DE WASHINGTON.
APÓS O 11 DE SETEMBRO EM SOLO DOS EUA, O PAQUISTÃO SE TORNOU UM DOS MAIORES RECEPTORES DE AJUDA MILITAR DOS EUA: CERCA DE 10 MILHÕES DE DÓLARES, DE ACORDO COM RELATÓRIOS.
A Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, denunciou que a tortura é prática comum,  que ninguém havia sido punido por praticá-la e que as detenções ilegais ocorrem com regularidade, SEM QUE SE INFORME SOBRE A MAIORIA DELAS.

Gostaria  de terminar a postagem com uma parte do discurso de Michael no Grammy 1993, que resume os seus reais sentimentos e ações em relação às crianças e às soluções de problemas que afligem a humanidade.
Fica também, um vídeo em homenagem a ele e a todas as pessoas que, sendo ou não fãs de sua ARTE, se preocupam com a justiça que precisa prevalecer a qualquer cidadão de bem.

"Eu percebi que muitos de nossos problemas mundiais de hoje, desde os crimes nas periferias, a guerras em grande escala e terrorismo, e prisões superlotadas, são resultado do fato de que crianças têm suas infâncias roubadas.
A magia, a maravilha, o mistério e a inocência do coração da criança são as sementes da criatividade que vão curar o mundo. Acredito muito nisso."

Michael Jackson, Grammy 1993



Fonte:

4 comentários:

  1. Um texto publicado há três anos e que nunca vai deixar de ser atual. Eu não sabia que tinham mostrado a prisão para onde eles queriam que Michael fosse.Deus é Maior.

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    1. Boa tarde angel! ♥

      Existe um texto desse tipo também relacionado ao governo Obama e que acabei não publicando.

      A gente fica em dúvida nas publicações, quais os prós e os contras de se publicar. É difícil porque, ao mesmo tempo que se quer mostrar a realidade, precisa-se pensar que mostrar a realidade é dar continuidade a ela, na forma como se apresenta e reforçar os pontos negativos.

      Então, na dúvida, eu não publiquei o outro texto.

      Sobre a prisão de Michael, eu vi um vídeo e fotos do presídio. Estava tudo pronto, caso acontecesse uma condenação. Deus tirou Michael dali.

      É como você disse: Deus é Maior.



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    2. Boa noite, angel.

      ...que coisa horrivel, uma cela pronta para receber o nosso anjo... Obama se manteve ''em cima do muro'' em relação a Michael, sendo ele mesmo de origem negra, deveria lembrar-se do caminho que ícones como Michael ajudaram a abrir para ele chegar ao poder.

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    3. Oi angel!

      Eu concordo plenamente com você amiga. Esse Obama não quis se posicionar nem perante aos que o antecederam, entre eles, Michael.

      Do Mandela ele lembrou por pura conveniência, penso eu.

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