Os conteúdos expostos nesta página não têm fins lucrativos. Tem como único objetivo defender a inocência de Michael Jackson.

terça-feira, 23 de março de 2010

THOMAS MESEREAU E APHRODITE JONES DEFENDEM INOCÊNCIA DE MICHAEL


O único livro que fala sobre o que realmente aconteceu no julgamento de 2005.
Analisando tudo o que envolve a relação de Michael com a mídia, pode-se dizer que Aphrodite Jones, ao menos teve a decência de ir até os fãs de Michael Jackson nos portões de Neverland e "colocou a cara para bater".
Esta pelo menos se dignou a dizer que errou e fez alguma coisa concreta para reverter o que ela mesma havia ajudado a construir, que foi a imagem distorcida que a mídia transmitiu sobre Michael.
Segue abaixo, o vídeo com a tradução da entrevista que ela concedeu juntamente com o advogado de Michael, Thomas Mesereau.
O mais importante de tudo é que esse livro também PROVA a INOCÊNCIA de Michael. Isso é o que interessa a nós, fãs.


TRADUÇÃO DO VÍDEO
Referências:
TM = THOMAS MOSEREAU
AJ = APHRODITE JONES
E = ENTREVISTADOR


TM: Meu nome é Thomas Mesereau, eu sou um advogado de defesa criminal. Eu defendi Michael Jackson em seu julgamento em Santa Bárbara em 2005 e estou aqui para apoiar a jornalista Aphrodite Jones que está escrevendo um livro sobre o julgamento.

AJ: Meu nome é Aphrodite Jones, sou uma repórter investigadora, escrevo histórias reais de crimes há vinte anos. Eu tenho os sete livros best-sellers sobre assassinatos da vida real e cubro os maiores casos de celebridades da história americana, incluindo Michael Jackson. Meu mais novo livro é sobre Michael Jackson e a verdade por trás do julgamento.
A mídia não cobriu o julgamento da maneira devida para dar a impressão ao público de que Michael Jackson era culpado em 2005, se na verdade, um júri de 12 pessoas o declarou completamente inocente.

TM: É um livro excelente, é o relato mais preciso e honesto do que aconteceu no tribunal de Michael Jackson. Eu escrevi o prefácio do livro, apesar de não ter nenhum interesse financeiro e não ter escrito nada mais dele. Mas eu fiz o prefácio porque quis garantir que as pessoas percebessem que esta é a história autêntica, a verdadeira
que aconteceu naquele tribunal. E eu apóio.

AJ: O interesse da mídia em inventar histórias é bastante simples: é audiência, e nós, como público, sustentamos isso. Nós somos muito interessados na roupa suja dos outros.
As alegações foram feitas, não importa se é verdade ou não, serão lançadas pela mídia e pode arruinar a  carreira da pessoa.
Acredito que recentemente aconteceu com David Copperfield, ele perdeu muita de sua credibilidade porque houve uma sensação de que ele foi atrás de uma certa mulher. Sem provas! Sem evidências, sem julgamento. Mas, uma acusação contra um dos maiores mágicos do planeta que causou uma queda em sua carreira.
Isto é algo que se tornou um enorme problema na sociedade. Nós ouvimos as notícias da mídia como se fossem divinas. Na verdade, o que sai na mídia não é divino. Eles são um sistema corrupto que inclui:

"O QUE PODEMOS PUBLICAR QUE É FEIO, QUE É SUJO, QUE É MALDOSO?"

 Foi isso que aconteceu com Michael Jackson em 2005 e ninguém se incomodou de corrigir isso quando o homem foi exonerado 14 vezes em um tribunal de Santa Maria.

E: Ela entrevistou você? Para o livro?

TM:Bom, durante o julgamento, eu não olhava para a sta Jones. Eu não acenava, não sorria, não queria nada com ela porque eu a associava à mídia que é muito anti-Michael Jackson.
Um ano depois do veredicto, eu a encontrei por acaso em uma galeria de Arte em Beverly Hills, começamos a conversar e eu lhe disse que não gostei do que haviam relatado sobre o julgamento, não gostava do que a mídia estava fazendo... grande parte.
Ela me disse que se sentiu mal pela maneira como o caso foi relatado, ela andou pensando muito sobre isso e que queria escrever um livro para colocar tudo em seu devido lugar, que iria, de fato, criticar a mídia.
Ainda não sabia se deveria acreditar nela, confiar nela, mas ela começou me mandar rascunhos do livro e eu rapidamente concluí que ela estava sendo sincera. Então, a encorajei a continuar me enviando os rascunhos se ela tivesse alguma dúvida a respeito da verdade de algum fato, eu a esclareceria.
Também permiti que ela me entrevistasse em diversas ocasiões sobre o que aconteceu no caso Michael Jackson. E, depois que eu vi o que ela realmente queria fazer, eu achei uma atitude bastante corajosa e honesta. E, então, concordei em escrever o prefácio do livro. Acho que até fui eu que a propôs isso, eu estou apoiando demais o que ela faz.

AJ: A reação das editoras foi bastante sólida e rígida. Quando eu fui para Nova York, eu disse a eles que queria publicar um livro que seria sobre Michael Jackson não ser culpado. Eles responderam:
 
"NÃO QUEREMOS NADA QUE SEJA PRÓ-JACKSON"

Na verdade, contatei uma editora que eu já trabalho há muitos anos e também a pessoa do maior cargo de lá e ela disse:

"APHRODITE, SINTO MUITO, NÃO PODEMOS FAZER NADA PRÓ-JACKSON"

eu pensei: isso é horrível! Em outras palavras, o ramo dos livros decidiu que não fariam nada pró-Jackson! Até mesmo um tribunal exonerou este homem!
E então, logo veio a mim, que eu deveria fazer algo independente. Isso é algo que para mim, sendo que tenho livros best-sellers no New York Times e três livros que viraram filmes e tudo o  mais, foi algo bem difícil de encarar, de engolir.
Mas, eu decidi que é um trabalho de amor, um livro de amor que eu deveria publicar independente e mostrar a história para todos. E tem valido a pena porque já vi pessoas do mundo inteiro lendo isso, e vendo a verdadeira história do julgamento de Michael Jackson.
Percebemos que existe, sim, uma conspiração e esta é a mídia que criou para destruir a reputação e a carreira deste homem.

TM: Tenho muito orgulho da srta Jones por escrever o livro. Creio que houve muita coragem e dedicação. Eu apóio o livro e faço com que as pessoas leiam porque é a verdade. E acredito que há uma vergonha coletiva na mídia e no ramo de publicação de livros pela maneira que Michael Jackson foi tratado durante este julgamento. Os relatos foram invejosos de várias formas, foram contorcidos, foram sensacionalistas e foram designados para criar histórias.
E eu acho que eles se desgastaram sobre o que aconteceu no tribunal. E, quando houve aquela repercussão dos 14 veredictos de inocência, creio que eles meio que se recludiram em uma concha e quiseram seguir prá outra, não confessando sua vergonha.

E: Como estava Michael Jackson durante o julgamento?

TM: Ele é uma pessoa maravilhosa, um indivíduo bastante sensível, gosta de ver as pessoas se dando bem, gosta de pensar que ele faz contribuições para o planeta.
Está tentando ajudar as crianças pelo mundo todo por muitos anos. Ele tinha uma agenda: sempre antes dos shows ele ia a um hospital infantil e fazia o máximo para ajudar essas crianças, crianças doentes, crianças com problemas. Ele sempre abria Neverland para as crianças de periferia que sentia que não tiveram oportunidades e ele queria conceder a elas em Neverland para que aproveitassem, se divertissem, ficar em meio a animais, a beleza...
É uma pessoa maravilhosa e muito, muito inteligente.

E: Que tipo de acesso você fez, como conseguiu as informações?

AJ: Eu tenho trabalhado em tribunais há, como já disse, quase vinte anos. Então, eu aprendi como conseguir informações de juízes e advogados, tanto que eu pedi ao juiz Melville se eu podia, se ele me daria a ordem para eu ver as provas.
Ele me concedeu esta ordem. Eu pude estudar todas as evidências, as fotos, os vídeos, o trecho do jovem acusaador falando com a polícia que, na verdade, me convenceu mais que nunca, que o caso todo era uma mentira! Porque, não só o juiz me contou que o júri não acreditou no garoto, mas eu voltei a fita três vezes olhando para esse menino e pensei:
"Ele está dizendo à poliícia que não sabe coisas simples sobre sexo? E tem 13 anos! Tem algo errado ali."
Foi assim que tive acesso às evidências por ordem do juiz e depois com Thomas Mesereau consegui transcrições que precisava para completar meus textos sobre o julgamento que eu estudei por cinco meses para ir à Fox News. Por isso, já tinha minhas anotações.
E tudo o que saía nos jornais, o que até usei para complementar certas coisas. Geralmente eu consigo informações direto da fonte: de transcrições, evidências, exibições, e complemento com coisas que outros escreveram durante o julgamento.

TM: Foi o julgamento mais intenso e assistido da história mundial. Teve muito mais repercussão pelo mundo todo, mais do que o caso O.J.Simpson. Os veredictos foram assistidos pelo planeta inteiro quando foram divulgados.
Foi um ambiente bastante tenso. Eu tive que focar no tribunal, no júri, no juiz, nas testemunhas, para notar tudo o que acontecia a minha volta.
Michael Jackson é uma pessoa maravilhosa, sensível, gentil, generosa, muito artístico e criativo.
E que está em uma missão a fazer algo pelo mundo, o que já não posso dizer de outras pessoas que conheço.

AJ: Todo mundo deve pensar o seguinte:
Michael Jackson é o artista número 1 conhecido pelo planeta. Por que continuaamos a crucificar este homem?
Ele foi declarado inocente!

REFERÊNCIAS:
LINK DO SITE DE APHRODITE JONES:

LINK DO BLOG:
http://michaeljacksonconspiracy.blogspot.com/

**** 
TÓPICOS RELACIONADOS 

Nenhum comentário:

Postar um comentário